No comunicado, o Executivo cabo-verdiano reafirma a esperança numa construção democrática na Venezuela, enfatizando a necessidade de um diálogo interno inclusivo, respeito pelo Estado de Direito Democrático e pelas instituições no paÃs, bem como pelos princÃpios de convivência pacÃfica e boa vizinhança entre nações.
Este posicionamento ocorre num contexto de importantes acontecimentos internacionais na Venezuela nas últimas semanas: fontes internacionais relatam uma operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da sua esposa, gerando reações diversas de paÃses e organismos internacionais. Alguns governos, incluindo de nações do Sudeste Asiático, classificaram a ação como uma violação do direito internacional e expressaram grave preocupação pelas suas implicações para a estabilidade regional e para a soberania estatal.
A União Africana (UA) também denunciou o ataque dos EUA e a detenção de Maduro, descrevendo-os como um sequestro, e reiterou o compromisso com os princÃpios do direito internacional, soberania dos Estados e o direito dos povos à autodeterminação, além de sublinhar a importância do diálogo pacÃfico para a resolução dos conflitos internos venezuelanos.
Entretanto, a União Europeia apelou para que qualquer transição polÃtica na Venezuela inclua lÃderes da oposição, defendendo um processo democrático mais amplo e o respeito pela Carta das Nações Unidas.
O posicionamento de Cabo Verde está alinhado com a comunidade internacional que valoriza a paz, o respeito pelo direito internacional e a busca de soluções que promovam a estabilidade e a prosperidade do povo venezuelano, reforçando a esperança de que a situação evolua através de processos polÃticos pacÃficos e inclusivos.
Este posicionamento ocorre num contexto de importantes acontecimentos internacionais na Venezuela nas últimas semanas: fontes internacionais relatam uma operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da sua esposa, gerando reações diversas de paÃses e organismos internacionais. Alguns governos, incluindo de nações do Sudeste Asiático, classificaram a ação como uma violação do direito internacional e expressaram grave preocupação pelas suas implicações para a estabilidade regional e para a soberania estatal.
A União Africana (UA) também denunciou o ataque dos EUA e a detenção de Maduro, descrevendo-os como um sequestro, e reiterou o compromisso com os princÃpios do direito internacional, soberania dos Estados e o direito dos povos à autodeterminação, além de sublinhar a importância do diálogo pacÃfico para a resolução dos conflitos internos venezuelanos.
Entretanto, a União Europeia apelou para que qualquer transição polÃtica na Venezuela inclua lÃderes da oposição, defendendo um processo democrático mais amplo e o respeito pela Carta das Nações Unidas.
O posicionamento de Cabo Verde está alinhado com a comunidade internacional que valoriza a paz, o respeito pelo direito internacional e a busca de soluções que promovam a estabilidade e a prosperidade do povo venezuelano, reforçando a esperança de que a situação evolua através de processos polÃticos pacÃficos e inclusivos.
Com GOV CV

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